Saturday, December 09, 2006

ZONA MORTA

Zona Morta

Minhas lágrimas secaram,
Meu ser está consumido.
Ando por um deserto...
Os pés estão carcomidos.
Arrasto sonhos...
Carrego nos ombros a
Desilusão...
Busco á(vida)por um oásis
Onde possa ali repousar a dor
Saciar os desejos de liberdade...
Beber a água da esperança...
Encontrar um novo o amor!
Anoitece...
a busca se intensifica
Olho para o céu...
as estrelas com ternura me fitam
Sorriem–me candidamente...
Como se algo quisessem falar
Não entendo a sua linguagem
Parece apenas miragem!
Só enxergo o breu da noite
E o silêncio que ronda e rouba-me
A razão...maldita recordação!
Alucinação...
O coração dói, dilatado...
Dilacerado
Pelo epicentro de um tsunami
De sentimentos e emoções...
Insana paixão...
Deixa um rastro de destruição
Na alma...nas entranhas:
Zona morta de um ser!

Benvinda Palma

3 comments:

Andréa Motta said...

Muito bom poema querida ! :)
é um prazer vir aqui.
Apareça lá no meu pra conhecer, o endereço está aí no meu nome.Bom final de semana, beijinhos com carinho.

Márcia said...

Benvinda, parabéns e continue a caminhar sempre com a poesia ao seu lado. Uma ótima companhia.

É sempre bom reforçar:

Mantenha seus Pensamentos positivos porque
Pensamentos tornam-se suas Palavras;

Mantenha suas Palavras positivas porque
suas Palavras tornam-se suas Atitudes;

Mantenha suas Atitudes positivas porque
suas Atitudes tornam-se seus Hábitos;

Mantenha seus Hábitos positivos porque
seus Hábitos tornam-se seus Valores;

Mantenha seus Valores positivos porque
seus Valores tornam-se seu Destino.

Mahatma Gandhi

Beijos fraternos. Márcia.

além mar peixe voador said...

.... Poderíamos pensar que a principal contribuição do escritor, especialmente do poeta, estaria na própria operação poética, na medida em que introduz as várias funções da linguagem. .. lembrando Lacan para brindar Bem-te-vi Benvinda em seu canto restaurador.
Afetuoso abraço, tua sempre leitora e amiga,
virgínia